Biografia/Curriculo
Alagoano de Maceió, Juarez Cavalcanti iniciou-se profissionalmente no Rio de Janeiro, colaborando a partir de 87 com veículos editoriais como Folha de S. Paulo e IstoÉ, revistas das editoras Abril e Globo, e empresas como Petrobras e IBM. Seu trabalho pessoal é voltado para o cotidiano e as manifestações populares no Nordeste, particularmente em Alagoas.
Realizou as exposições A Presença Negra no Cinema Brasileiro (Itinerância por 15 estados brasileiros a cargo do SESC/DN, 88 e 89); Rastros de Luz (Rio de Janeiro, João Pessoa, Aracaju, Maceió, entre 96 e 98); Luz Nossa de Cada Dia (João Pessoa, 2001) e A Boa Morte no Sertão (Museu do Telefone/Telemar, 2001).
Participou das coletivas Brasil Mostra a Tua Cara (I Bienal Internacional da Cidade de Curitiba, 96) e Canudos (Instituto Moreira Sales, 2002-2003), e dos livros Brasil Mostra a Tua Cara, Brasil Bom de Bola, Brasil 22 de abril 1500, 1999: Cem Fotógrafos Retratam o Cotidiano do País em 24 horas, e Cadernos de Fotografia Brasileira – vol.1, Canudos. Publicou individualmente o livro Coruripe – Árvores da Mata Atlântica. Tem fotografias no Museu da Fotografia de Curitiba e na Funarte.
Atualmente faz direção de fotografia do documentário “1912 – O Quebra de Xangô”, em fase de produção para o projeto DOC-TV.